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Com soluções integradas em redes, monitoração e gestão de TI, garantimos eficiência, estabilidade e controle —
porque cada minuto conta, e seu negócio não pode parar.

Soluções e produtos prontos para o agora. E para o que vem depois.

Gestão de TI

Automatize, proteja e simplifique. Conheça nossas soluções integradas para centralizar a gestão, otimizar o suporte e ampliar a eficiência da sua TI — com mais velocidade, controle e segurança.

Redes e Monitoração

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Resultados reais que mantêm negócios em movimento

70%

menos tempo fora do ar

sistemas de venda, servidores e internet.

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de economia em equipe

ao contar com um time 24 horas olhando seus sistemas e tecnologias.

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no seu parque de links de telecomunicações.

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Mais agilidade

na detecção de falhas que impactam a continuidade do negócio.

Mais de 400 empresas confiam na Pinpoint

para manter o que é essencial sempre em movimento.

Histórias de Sucesso

Segmento:

Biotrop libera o potencial do negócio com Pinpoint e ManageEngine

Na Biotrop, referência em biotecnologia para o agronegócio, a área de TI precisava superar gargalos que travavam a operação. Era essencial garantir visibilidade, controle e segurança para sustentar processos críticos e acompanhar o ritmo acelerado do negócio.

Segmento:

Entidade acadêmica fortalece infraestrutura de rede com SD-WAN da Pinpoint

Responsável por prover infraestrutura de rede e conectividade de altíssimo desempenho para as principais instituições acadêmicas e científicas do Brasil, essa organização atua em projetos que vão da Biologia Molecular à Astrofísica, sendo peça-chave no avanço da pesquisa nacional.

Segmento:

Multinacional do setor de bebidas centraliza monitoração e reduz tempo de resposta com a Pinpoint

Uma das maiores empresas globais do setor de bebidas, com produção e distribuição para mais de 16 países nas Américas, enfrentava sérios desafios operacionais devido à falta de visibilidade unificada sobre seus mais de 3.000 ativos de TI, aplicações e redes.

A tecnologia só faz sentido quando impulsiona resultados.

Em nosso blog, compartilhamos Insights, tendências e soluções para ajudar profissionais de TI a simplificar desafios complexos, tomar decisões com mais clareza e proteger o que é essencial para seus negócios. Conteúdos práticos, estratégicos e relevantes para quem busca transformar tecnologia em crescimento, eficiência e vantagem competitiva.

Fragmentação na TI: a brecha ideal para o ransomware 

A expansão digital multiplicou a superfície de ataque das empresas. Servidores, desktops, notebooks, dispositivos móveis e colaboradores remotos dividem o mesmo ecossistema corporativo. 

O grande perigo não está no modelo de trabalho em si, mas na fragmentação da gestão. Administrar esses ativos por meio de múltiplas ferramentas isoladas cria pontos cegos críticos. É exatamente nessa falta de visibilidade que os ataques de ransomware encontram a porta aberta. 

Para a liderança de TI, unificar a governança desses dispositivos é uma decisão estratégica de sobrevivência operacional. 

O custo da fragmentação: por que consoles isolados falham? 

Gerenciar endpoints locais e remotos com ferramentas descentralizadas sabota a eficiência do seu time de TI. Sem uma visão centralizada do ambiente, o diagnóstico de falhas atrasa, a aplicação de correções falha e os riscos aumentam. 

A descentralização gera gargalos perigosos: 

  • Falta de controle imediato: dificuldade para mapear softwares e hardwares em tempo real. 
  • Atraso em atualizações: processos manuais que deixam brechas de segurança expostas por dias. 
  • Complexidade operacional: equipes sobrecarregadas alternando entre dezenas de consoles diferentes. 

Essa falta de rastreabilidade e lentidão técnica tornam a sua infraestrutura um alvo fácil para invasões e sequestro de dados. 

Endpoint Central: a defesa definitiva em uma única tela 

A resposta para eliminar esse caos operacional é o Endpoint Central da ManageEngine, uma solução de Unified Endpoint Management (UEM). 

A ferramenta unifica a gestão e a proteção ativa de servidores, desktops, laptops e dispositivos móveis em um painel administrativo único. Ela oferece suporte completo para sistemas Windows, Mac, Linux, iOS e Android. 

1. Automação inteligente de patches 

A aplicação de correções é automatizada para sistemas operacionais e mais de 850 aplicativos de terceiros. O sistema conta com alertas e testes automatizados para patches, blindando a rede antes que as vulnerabilidades sejam exploradas. 

2. Inventário em tempo real e controle de ativos 

Tenha visibilidade total sobre cada software instalado, licenças ativas e alterações de hardware no exato momento em que acontecem. Isso elimina o uso de softwares não autorizados e reduz custos com ativos subutilizados. 

3. Proteção ativa contra ransomware e DLP 

Vá além do monitoramento básico. A plataforma oferece proteção ativa contra ransomware, controle rígido de aplicações, gerenciamento de privilégios locais e prevenção de perda de dados (DLP). 

4. Conformidade simplificada para auditorias 

Atenda a auditorias de segurança e comprove a conformidade do seu ambiente com padrões internacionais como GDPR, HIPAA e PCI DSS. 

Proteja sua operação hoje mesmo 

Não espere um incidente de segurança paralisar suas operações para centralizar a sua gestão de TI. Elimine a complexidade dos consoles fragmentados e traga resiliência real para o seu negócio. 

Agende uma demonstração com o time da Pinpoint e conheça o Endpoint Central na prática 

Crescimento digital sem desperdício: dimensionando a infraestrutura de rede para acompanhar o ritmo do negócio

Quando uma empresa entra em ritmo acelerado de expansão, a pressão sobre a TI aumenta na mesma proporção. Usuários reclamando de lentidão, sistemas oscilando e o medo constante de uma interrupção técnica geram um comportamento clássico nas lideranças: o pânico da compra.

Na dúvida, a reação mais comum é injetar capital: contratar mais links de internet, assinar mais banda e adquirir equipamentos de última geração. Afinal, “é melhor sobrar do que faltar”, certo?

Nem sempre. O superdimensionamento tornou-se um dos maiores custos de orçamento nas empresas, que muitas das vezes não é enxergado.

O custo da adivinhação: a armadilha do superdimensionamento

Expandir a infraestrutura sem uma análise estatística compromete diretamente a previsibilidade orçamentária do negócio. Sem dados históricos robustos e padrões de consumo consolidados, o gestor perde a base técnica para validar novas aquisições, resultando em investimentos baseados em suposições que geram queima de caixa e desperdício de tempo técnico. Afinal, um planejamento de expansão financeiramente saudável não depende do tamanho do caixa, mas sim da maturidade e da precisão das métricas de consumo.

Engenharia de capacidade: a ciência por trás do investimento certo

Para crescer de forma sustentável, a TI precisa sair do campo das hipóteses e migrar para a certeza do comportamento do ambiente. É aqui que entra o conceito de análise de capacidade.

Em vez de sobrecarregar o time interno em busca de dados e logs complexos, a estratégia inteligente consiste em apoiar-se em ecossistemas de monitoramento centralizados.

Ferramentas automatizadas e robustas, como o ManageEngine OpManager, entram em cena para fazer o trabalho pesado: coletar, correlacionar e traduzir o tráfego da rede em dados históricos confiáveis.

Com esse suporte tecnológico, o foco do técnico é poupado, permitindo que a liderança visualize com precisão o real cenário da infraestrutura:

  • Identificação de gargalos reais: descobrir se a lentidão técnica é de fato insuficiência de banda ou apenas uma má distribuição de tráfego em horários específicos;
  • Mapeamento de subutilizações: localizar ativos superdimensionados que podem ser remanejados ou contratos que podem ser renegociados para proteger o orçamento corporativo.

Decisões cirúrgicas com inteligência de dados

A segurança para investir no ritmo certo exige, antes de tudo, a interpretação correta das informações do ambiente. Ao avaliar o comportamento histórico da rede, o gestor ganha a capacidade de identificar tendências de crescimento reais, separando oscilações momentâneas de demandas estruturais de infraestrutura.

Em vez de guiar-se por palpites ou intuição, a precisão técnica permite desenhar uma rede dimensionada sob medida, que não sufoca a operação e, ao mesmo tempo, respeita o orçamento orçamentário da empresa.

O papel de uma análise de capacidade automatizada, portanto, não é apenas gerar relatórios, mas sim traduzir o consumo real do ambiente em clareza estratégica, preparando a TI para acompanhar a expansão do negócio de forma sustentável e previsível.

Por que a fadiga de alertas está cegando a sua equipe de TI?

Se você lidera ou faz parte de uma equipe de tecnologia, o cenário a seguir provavelmente é familiar: telas repletas de alertas vermelhos, notificações piscando a cada minuto e caixas de entrada inundadas por e-mails automáticos de incidentes em seu ambiente. A empresa parece estar totalmente protegida e sob controle. Na prática, o time de TI está exausto e operando no escuro.

Quando ferramentas de monitoramento geram milhares de alertas sem qualquer contexto ou critério de criticidade, o cérebro humano ativa uma defesa natural e passa a ignorá-las.

O grande perigo? Quando tudo é tratado como prioridade, nada é prioridade. É nesse mar de ruído operacional que os incidentes verdadeiramente graves passam despercebidos, fantasiados de alertas rotineiros.

O erro comum: tentar filtrar o caos manualmente

Quando o volume de notificações se torna insustentável, muitas empresas tentam resolver o problema alocando profissionais para monitorar as telas e “separar o joio do trigo” em tempo real. No entanto, essa abordagem é uma armadilha.

A grande verdade é que um monitoramento eficiente não funciona baseado na triagem manual e individual de alertas. Tentar analisar detalhadamente milhares de notificações no dia a dia é uma estratégia ineficaz, cara e altamente propensa a falhas humanas. Se a sua equipe precisa olhar uma a uma as linhas de eventos para descobrir o que é crítico, a sua TI ainda está operando de forma puramente reativa.

A engenharia por trás da clareza: regras pré-estabelecidas

A verdadeira solução para a fadiga de alertas não está no esforço humano bruto pós incidente, mas sim na inteligência aplicada na concepção do projeto de monitoração.

Para que uma estrutura de operações funcione com alta performance, a priorização e o filtro de chamados devem ser automatizados e estruturados desde a base, por meio de regras e critérios muito bem definidos antes mesmo do sistema rodar:

  • Arquitetura de correlação: agrupar múltiplos alertas sob um único incidente central. Se um switch principal cai, por exemplo, o sistema não deve disparar dezenas de alertas para cada máquina desconectada, mas sim um único chamado apontando a raiz do problema.
  • Métricas de impacto real: diferenciar o que é um comportamento anômalo temporário (como um pico isolado de CPU) de uma falha que de fato interrompe a continuidade do negócio.
  • Regras de severidade automatizadas: definir previamente, nas configurações das ferramentas, quais gatilhos acionam respostas imediatas e quais são apenas dados de inventário ou capacidade a longo prazo.

O valor de um Centro de Operações estruturado

Afastar o ruído e proteger o foco do time interno exige a evolução para um modelo de Centro de Operações maduro. Em vez de soterrar os analistas com dados brutos, essa estrutura atua como um escudo técnico e estratégico.

Filtro do ruído operacional

A inteligência pré-configurada no ecossistema consome os dados brutos e barra as notificações irrelevantes. O time de TI deixa de ser interrompido por “falsos positivos” e alertas meramente informativos.

Resposta real a incidentes

Quando um alerta passa pelos filtros automatizados do projeto, há a certeza de que se trata de um evento real. A partir daí, o fluxo de atendimento executa planos de ação padronizados, acelerando drasticamente o tempo de resolução (MTTR).

Transformação de alertas em ações preditivas

Com dados limpos e relatórios gerenciais claros, o monitoramento deixa de ser uma ferramenta de “apagar incêndios” e passa a indicar tendências. Torna-se possível identificar gargalos de capacidade e vulnerabilidades antes que eles causem indisponibilidade na ponta.

Da reatividade à governança

A segurança e a estabilidade de um ambiente de TI não são medidas pela quantidade de alertas que as suas ferramentas conseguem gerar, mas pela capacidade da sua infraestrutura de traduzir dados em respostas acionáveis.

Parar de correr atrás de notificações sem contexto é o primeiro passo para devolver o tempo estratégico à equipe de tecnologia, reduzir o risco de paradas sistêmicas e garantir que a tecnologia trabalhe a favor do crescimento da empresa.

Vamos conversar sobre como impulsionar seu negócio.

Tudo isso pode ser o início de algo maior. Fale com nossos especialistas e descubra como garantir operações críticas sempre ativas. E negócios sempre em movimento.

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