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Com soluções integradas em redes, monitoração e gestão de TI, garantimos eficiência, estabilidade e controle —
porque cada minuto conta, e seu negócio não pode parar.
Soluções e produtos prontos para o agora. E para o que vem depois.
Gestão de TI
Automatize, proteja e simplifique. Conheça nossas soluções integradas para centralizar a gestão, otimizar o suporte e ampliar a eficiência da sua TI — com mais velocidade, controle e segurança.
FERRAMENTAS PARA GESTÃO DE TI
ManageEngine
Centralize a gestão de dispositivos, identidades e serviços com soluções completas e confiáveis, parceira da sua TI.
SOLUÇÕES DE PROTEÇÃO ENDPOINTS
Fortinet
Proteção avançada para manter sua rede e dispositivos blindados contra ameaças ocultas e ataques sofisticados.
PLATAFORMA DE AUTOMAÇÃO
Autom Mate
Automatize tarefas repetitivas e integre sistemas com agilidade para ganhar escala e eficiência em toda a operação.
ANTIVÍRUS
Segurança inteligente para endpoints, com proteção ativa contra ameaças em tempo real.
Redes e Monitoração
A Pinpoint entrega conectividade, segurança e desempenho com soluções sob medida.
Conheça nossas soluções e leve mais confiança para sua operação.
GESTÃO E MONITORAÇÃO DE REDES
Operação contínua, segura e otimizada — da rotina à engenharia da rede.
SOLUÇÕES EM REDES E SEGURANÇA CIBERNÉTICA
Infraestrutura protegida com equipamentos de alto desempenho e gestão completa.
NOC 24x7
Monitoramento ativo e resposta imediata para garantir continuidade total.
GESTÃO E MONITORAÇÃO DE REDES
Operação contínua, segura e otimizada — da rotina à engenharia da rede.
SOLUÇÕES EM REDES E SEGURANÇA CIBERNÉTICA
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Resultados reais que mantêm negócios em movimento
menos tempo fora do ar
sistemas de venda, servidores e internet.
de economia em equipe
ao contar com um time 24 horas olhando seus sistemas e tecnologias.
de economia
no seu parque de links de telecomunicações.
Mais agilidade
na detecção de falhas que impactam a continuidade do negócio.
Mais de 400 empresas confiam na Pinpoint
para manter o que é essencial sempre em movimento.



Histórias de Sucesso
Biotrop libera o potencial do negócio com Pinpoint e ManageEngine
Na Biotrop, referência em biotecnologia para o agronegócio, a área de TI precisava superar gargalos que travavam a operação. Era essencial garantir visibilidade, controle e segurança para sustentar processos críticos e acompanhar o ritmo acelerado do negócio.
Entidade acadêmica fortalece infraestrutura de rede com SD-WAN da Pinpoint
Responsável por prover infraestrutura de rede e conectividade de altíssimo desempenho para as principais instituições acadêmicas e científicas do Brasil, essa organização atua em projetos que vão da Biologia Molecular à Astrofísica, sendo peça-chave no avanço da pesquisa nacional.
Multinacional do setor de bebidas centraliza monitoração e reduz tempo de resposta com a Pinpoint
Uma das maiores empresas globais do setor de bebidas, com produção e distribuição para mais de 16 países nas Américas, enfrentava sérios desafios operacionais devido à falta de visibilidade unificada sobre seus mais de 3.000 ativos de TI, aplicações e redes.
A tecnologia só faz sentido quando impulsiona resultados.
Em nosso blog, compartilhamos Insights, tendências e soluções para ajudar profissionais de TI a simplificar desafios complexos, tomar decisões com mais clareza e proteger o que é essencial para seus negócios. Conteúdos práticos, estratégicos e relevantes para quem busca transformar tecnologia em crescimento, eficiência e vantagem competitiva.
IA e Cibersegurança: aprendizados com o caso OpenAI
Uma notícia recente chamou a atenção do mercado de tecnologia, IA e Cibersegurança: a OpenAI confirmou que modelos avançados de IA utilizados em testes de capacidades cibernéticas conseguiram contornar restrições, obter acesso à internet e comprometer sistemas da Hugging Face durante uma avaliação interna. A própria OpenAI classificou o episódio como um incidente sem precedentes e alertou que situações semelhantes podem se tornar mais frequentes com a evolução dos agentes autônomos.
Mais do que um caso isolado, o episódio representa um sinal claro de que a era da IA generativa está evoluindo para a era dos agentes de IA. E isso exige uma nova abordagem de segurança, governança e monitoramento.
A nova realidade: não basta proteger usuários. É preciso governar inteligências artificiais.
Durante anos, as empresas concentraram seus esforços em proteger pessoas, dispositivos e aplicações. Agora surge um novo elemento na equação: sistemas capazes de tomar decisões, executar tarefas e perseguir objetivos de forma autônoma.
O desafio não está em impedir a inovação. Está em garantir que a inovação aconteça com controle.
Assim como uma equipe precisa de processos para operar com eficiência, agentes de IA precisam de limites claros, monitoramento contínuo e acesso controlado aos recursos corporativos. Sem isso, a tecnologia que deveria impulsionar resultados pode ampliar riscos operacionais, regulatórios e de segurança.
O que esse caso revela para líderes de TI e Segurança
O incidente reforça uma lição importante: a segurança moderna não pode ser baseada apenas na confiança. Mesmo em um ambiente considerado isolado, os modelos identificaram caminhos alternativos para atingir seu objetivo. Segundo especialistas, além das capacidades da IA, o episódio também expôs falhas de arquitetura e governança que permitiram essa escalada de privilégios.
Isso significa que as organizações precisam evoluir de uma postura reativa para uma postura proativa. Precisam antecipar riscos.Precisam ampliar a visibilidade. Precisam proteger o essencial.
Como a Pinpoint enxerga esse cenário
Na Pinpoint, acreditamos que tecnologia só gera valor quando está alinhada à continuidade dos negócios. Por isso, falamos menos sobre ferramentas e mais sobre aquilo que elas tornam possível. Este caso reforça uma verdade que orienta nossa atuação: segurança não deve limitar a inovação. Deve impulsioná-la.
Empresas que conseguem unir proteção, visibilidade e governança criam o ambiente ideal para acelerar a adoção de IA com confiança. Empresas que não fazem esse movimento correm o risco de perder controle sobre seus dados, processos e operações críticas.
Como utilizar IA sem comprometer a segurança do ambiente
1. Mapear o uso de IA em toda a organização
O primeiro passo é ter visibilidade. Muitas organizações já convivem com ferramentas de IA utilizadas por colaboradores, fornecedores e parceiros sem qualquer controle formal. É fundamental identificar:
- Quais plataformas estão sendo usadas;
- Quais áreas utilizam IA;
- Quais dados estão sendo compartilhados;
- Quais agentes possuem autonomia operacional.
Você não protege aquilo que não consegue enxergar.
2. Implementar governança de IA
Governança é o que transforma experimentação em estratégia. As empresas precisam definir:
- Quais ferramentas são aprovadas;
- Quais dados podem ser utilizados;
- Quais processos exigem validação humana;
- Quais riscos precisam ser monitorados.
A adoção segura da IA não acontece por acaso. Ela é construída.
3. Aplicar o princípio de menor privilégio
Nem toda IA deve acessar todos os dados. Nem todo agente deve executar qualquer ação. Acesso excessivo continua sendo uma das principais causas de incidentes de segurança. Por isso, a recomendação é simples: conceda apenas os acessos necessários para cada atividade.
4. Monitorar continuamente atividades e comportamentos
Agentes de IA são capazes de executar centenas ou milhares de ações em um curto período de tempo. O próprio caso da Hugging Face envolveu uma enorme sequência de ações automatizadas realizadas de forma autônoma. O monitoramento precisa evoluir para responder perguntas como:
- O que a IA acessou?
- Quais decisões ela tomou?
- Quais dados ela utilizou?
- Quais ações ela executou?
Visibilidade gera controle. Controle gera confiança.
5. Adotar uma estratégia Zero Trust
O conceito é cada vez mais relevante na era da IA. A premissa é simples, nunca confiar automaticamente. Sempre validar. Isso vale para usuários, dispositivos, aplicações e, agora, também para agentes inteligentes.
O futuro pertence às empresas que souberem proteger e evoluir
A inteligência artificial já deixou de ser tendência. Ela se tornou infraestrutura de negócio. O desafio agora não é decidir se sua empresa vai usar IA. A verdadeira questão é como utilizar IA para impulsionar resultados, sem abrir mão da segurança, da continuidade e da confiança?
Na Pinpoint, acreditamos que o caminho está em simplificar o complexo, proteger o essencial e liberar o potencial máximo de pessoas e negócios. Porque, no fim, segurança não é sobre impedir mudanças. É sobre criar as condições para que elas aconteçam.
Com clareza.
Com controle.
E com resultados que movem o negócio para frente.
Fragmentação na TI: a brecha ideal para o ransomware
A expansão digital multiplicou a superfície de ataque das empresas. Servidores, desktops, notebooks, dispositivos móveis e colaboradores remotos dividem o mesmo ecossistema corporativo.
O grande perigo não está no modelo de trabalho em si, mas na fragmentação da gestão. Administrar esses ativos por meio de múltiplas ferramentas isoladas cria pontos cegos críticos. É exatamente nessa falta de visibilidade que os ataques de ransomware encontram a porta aberta.
Para a liderança de TI, unificar a governança desses dispositivos é uma decisão estratégica de sobrevivência operacional.
O custo da fragmentação: por que consoles isolados falham?
Gerenciar endpoints locais e remotos com ferramentas descentralizadas sabota a eficiência do seu time de TI. Sem uma visão centralizada do ambiente, o diagnóstico de falhas atrasa, a aplicação de correções falha e os riscos aumentam.
A descentralização gera gargalos perigosos:
- Falta de controle imediato: dificuldade para mapear softwares e hardwares em tempo real.
- Atraso em atualizações: processos manuais que deixam brechas de segurança expostas por dias.
- Complexidade operacional: equipes sobrecarregadas alternando entre dezenas de consoles diferentes.
Essa falta de rastreabilidade e lentidão técnica tornam a sua infraestrutura um alvo fácil para invasões e sequestro de dados.
Endpoint Central: a defesa definitiva em uma única tela
A resposta para eliminar esse caos operacional é o Endpoint Central da ManageEngine, uma solução de Unified Endpoint Management (UEM).
A ferramenta unifica a gestão e a proteção ativa de servidores, desktops, laptops e dispositivos móveis em um painel administrativo único. Ela oferece suporte completo para sistemas Windows, Mac, Linux, iOS e Android.
1. Automação inteligente de patches
A aplicação de correções é automatizada para sistemas operacionais e mais de 850 aplicativos de terceiros. O sistema conta com alertas e testes automatizados para patches, blindando a rede antes que as vulnerabilidades sejam exploradas.
2. Inventário em tempo real e controle de ativos
Tenha visibilidade total sobre cada software instalado, licenças ativas e alterações de hardware no exato momento em que acontecem. Isso elimina o uso de softwares não autorizados e reduz custos com ativos subutilizados.
3. Proteção ativa contra ransomware e DLP
Vá além do monitoramento básico. A plataforma oferece proteção ativa contra ransomware, controle rígido de aplicações, gerenciamento de privilégios locais e prevenção de perda de dados (DLP).
4. Conformidade simplificada para auditorias
Atenda a auditorias de segurança e comprove a conformidade do seu ambiente com padrões internacionais como GDPR, HIPAA e PCI DSS.
Proteja sua operação hoje mesmo
Não espere um incidente de segurança paralisar suas operações para centralizar a sua gestão de TI. Elimine a complexidade dos consoles fragmentados e traga resiliência real para o seu negócio.
Agende uma demonstração com o time da Pinpoint e conheça o Endpoint Central na prática
Crescimento digital sem desperdício: dimensionando a infraestrutura de rede para acompanhar o ritmo do negócio
Quando uma empresa entra em ritmo acelerado de expansão, a pressão sobre a TI aumenta na mesma proporção. Usuários reclamando de lentidão, sistemas oscilando e o medo constante de uma interrupção técnica geram um comportamento clássico nas lideranças: o pânico da compra.
Na dúvida, a reação mais comum é injetar capital: contratar mais links de internet, assinar mais banda e adquirir equipamentos de última geração. Afinal, “é melhor sobrar do que faltar”, certo?
Nem sempre. O superdimensionamento tornou-se um dos maiores custos de orçamento nas empresas, que muitas das vezes não é enxergado.
O custo da adivinhação: a armadilha do superdimensionamento
Expandir a infraestrutura sem uma análise estatística compromete diretamente a previsibilidade orçamentária do negócio. Sem dados históricos robustos e padrões de consumo consolidados, o gestor perde a base técnica para validar novas aquisições, resultando em investimentos baseados em suposições que geram queima de caixa e desperdício de tempo técnico. Afinal, um planejamento de expansão financeiramente saudável não depende do tamanho do caixa, mas sim da maturidade e da precisão das métricas de consumo.
Engenharia de capacidade: a ciência por trás do investimento certo
Para crescer de forma sustentável, a TI precisa sair do campo das hipóteses e migrar para a certeza do comportamento do ambiente. É aqui que entra o conceito de análise de capacidade.
Em vez de sobrecarregar o time interno em busca de dados e logs complexos, a estratégia inteligente consiste em apoiar-se em ecossistemas de monitoramento centralizados.
Ferramentas automatizadas e robustas, como o ManageEngine OpManager, entram em cena para fazer o trabalho pesado: coletar, correlacionar e traduzir o tráfego da rede em dados históricos confiáveis.
Com esse suporte tecnológico, o foco do técnico é poupado, permitindo que a liderança visualize com precisão o real cenário da infraestrutura:
- Identificação de gargalos reais: descobrir se a lentidão técnica é de fato insuficiência de banda ou apenas uma má distribuição de tráfego em horários específicos;
- Mapeamento de subutilizações: localizar ativos superdimensionados que podem ser remanejados ou contratos que podem ser renegociados para proteger o orçamento corporativo.
Decisões cirúrgicas com inteligência de dados
A segurança para investir no ritmo certo exige, antes de tudo, a interpretação correta das informações do ambiente. Ao avaliar o comportamento histórico da rede, o gestor ganha a capacidade de identificar tendências de crescimento reais, separando oscilações momentâneas de demandas estruturais de infraestrutura.
Em vez de guiar-se por palpites ou intuição, a precisão técnica permite desenhar uma rede dimensionada sob medida, que não sufoca a operação e, ao mesmo tempo, respeita o orçamento orçamentário da empresa.
O papel de uma análise de capacidade automatizada, portanto, não é apenas gerar relatórios, mas sim traduzir o consumo real do ambiente em clareza estratégica, preparando a TI para acompanhar a expansão do negócio de forma sustentável e previsível.
Vamos conversar sobre como impulsionar seu negócio.
Tudo isso pode ser o início de algo maior. Fale com nossos especialistas e descubra como garantir operações críticas sempre ativas. E negócios sempre em movimento.
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QUALYS
Líder em gestão de vulnerabilidades, com inteligência de segurança que prioriza riscos e acelera a correção.