Categoria: Segurança Estratégica

10 Problemas de Desempenho no PostgreSQL e Como Corrigi-los

O PostgreSQL é um dos bancos de dados mais robustos e populares do mercado, amplamente utilizado por empresas de todos os portes. No entanto, seu desempenho pode ser prejudicado se não forem adotadas as práticas corretas de configuração e monitoramento. Identificar e solucionar problemas comuns é essencial para garantir que o banco de dados opere de forma eficiente e segura.

Neste artigo, vamos explorar 10 problemas de desempenho no PostgreSQL, apresentar dicas práticas para corrigi-los e mostrar como o Applications Manager, da ManageEngine, pode ajudar na detecção e solução desses problemas.

1. Falta de Índices Adequados

Os índices são fundamentais para acelerar consultas no PostgreSQL. Quando não são configurados corretamente, as consultas podem levar muito mais tempo do que o necessário.

Como corrigir:

  • Identifique consultas lentas com o comando EXPLAIN ANALYZE.
  • Crie índices adequados para colunas usadas em cláusulas WHERE, JOIN ou ORDER BY.
  • Utilize índices parciais para melhorar o desempenho em cenários específicos.

2. Tabelas com Alto Número de Dead Tuples

O PostgreSQL utiliza o conceito de MVCC (Multiversion Concurrency Control), o que significa que versões antigas de registros ainda permanecem na tabela até serem removidas. Isso pode gerar os chamados dead tuples, que comprometem o desempenho.

Como corrigir:

  • Execute o comando VACUUM ou AUTOVACUUM regularmente para limpar os dead tuples.
  • Monitore o processo de autovacuum para garantir que ele esteja ocorrendo conforme esperado.

3. Consultas Não Otimizadas

Consultas mal escritas podem gerar sérios gargalos de desempenho.

Como corrigir:

  • Utilize o comando EXPLAIN ANALYZE para identificar gargalos nas consultas.
  • Reestruture consultas complexas, eliminando operações desnecessárias e simplificando joins.
  • Evite o uso excessivo de subconsultas e prefira Common Table Expressions (CTEs) quando possível.

4. Configurações Inadequadas de Memory Settings

O PostgreSQL depende de uma boa alocação de memória para operar com eficiência. Configurações incorretas podem causar lentidão.

Como corrigir:

  • Ajuste parâmetros como shared_buffers, work_mem e maintenance_work_mem para melhor aproveitar os recursos de hardware disponíveis.
  • Utilize ferramentas de análise para verificar o uso de memória.

5. Ausência de Monitoramento em Tempo Real

Sem um bom monitoramento, problemas de desempenho podem passar despercebidos até se tornarem críticos.

Como corrigir:

  • Utilize ferramentas como Applications Manager, para acompanhar o desempenho em tempo real.
  • Configure alertas para identificar anomalias rapidamente.

6. Excesso de Bloqueios (Locks)

Bloqueios excessivos podem gerar gargalos graves, especialmente quando há muitas transações concorrentes.

Como corrigir:

  • Utilize o comando pg_locks para identificar processos que estão gerando bloqueios.
  • Revise a estrutura das transações e busque reduzir a duração de cada uma delas.

7. Estrutura de Tabelas Mal Planejada

Um esquema de banco de dados mal estruturado pode prejudicar seriamente a performance.

Como corrigir:

  • Avalie a necessidade de normalizar ou desnormalizar tabelas, conforme o caso.
  • Revise o uso de colunas JSON e JSONB, que podem gerar impactos no desempenho se não forem bem planejadas.

8. Tarefas de Manutenção Não Automatizadas

A ausência de rotinas automáticas para manutenções pode levar ao acúmulo de dados desnecessários e lentidão nas operações.

Como corrigir:

  • Configure tarefas automatizadas para VACUUM, ANALYZE e limpeza de logs antigos.
  • Utilize ferramentas de agendamento para garantir que esses processos sejam executados regularmente.

9. Armazenamento e I/O Insuficientes

O desempenho do PostgreSQL depende fortemente da velocidade de leitura e gravação do disco.

Como corrigir:

  • Utilize discos SSD para otimizar o I/O.
  • Verifique a configuração de checkpoint para evitar gargalos no sistema de gravação.

10. Falhas na Configuração de Conexões

Configurações inadequadas no gerenciamento de conexões podem sobrecarregar o banco de dados.

Como corrigir:

  • Ajuste parâmetros como max_connections para se adequar à carga esperada.
  • Utilize ferramentas como PgBouncer para gerenciar e otimizar as conexões de forma mais eficiente.

Como o Applications Manager Pode Ajudar?

O Applications Manager da ManageEngine é uma poderosa solução que oferece monitoramento abrangente para bancos de dados, incluindo o PostgreSQL. Ele pode ajudar a detectar, analisar e solucionar esses 10 problemas de desempenho de forma eficiente. Veja como:

Monitoramento em tempo real: Identifique gargalos de desempenho instantaneamente, com dashboards intuitivos que apresentam métricas críticas como tempo de resposta, throughput e consumo de recursos.

Detecção automática de consultas lentas: Identifique rapidamente as consultas que estão sobrecarregando seu banco de dados e obtenha sugestões de otimização.

Alertas proativos: Configure alertas inteligentes para ser notificado quando métricas críticas atingirem limites preocupantes, evitando a paralisação do sistema.

Análise detalhada de bloqueios e dead tuples: Visualize quais processos estão gerando bloqueios e identifique oportunidades para otimizar a estrutura de suas tabelas.

Relatórios detalhados e insights preditivos: O Applications Manager fornece relatórios completos que permitem prever tendências e agir de forma preventiva.

Acompanhamento do Autovacuum: Identifique se o processo de limpeza automática está funcionando corretamente e evite que dead tuples prejudiquem o desempenho.

Manter o PostgreSQL com alto desempenho exige uma combinação de boas práticas e ferramentas avançadas de monitoramento. O Applications Manager é a solução ideal para simplificar esse processo, oferecendo visibilidade completa e insights valiosos para otimizar seu banco de dados.

Dia Mundial do Backup: Proteção e Continuidade dos Negócios

Os dados digitais se tornaram o ativo mais valioso para organizações e também para profissionais de TI que possuem a missão de gerenciar e proteger tais ativos, sendo assim, a prática de realizar backups regulares é essencial para garantir a continuidade dos negócios e a integridade das informações. No Dia Mundial do Backup, querermos reforçar a conscientização sobre a importância de proteger dados críticos contra perdas acidentais, ataques cibernéticos e falhas sistêmicas.

O que é backup e por que ele é indispensável?

Backup é o processo de copiar e armazenar dados em um local seguro para que possam ser recuperados em caso de incidentes como falhas de hardware, erros humanos, desastres naturais ou ciberataques – como ransomwares, que estão cada vez mais sofisticados. Para quem é da área de tecnologia o termo e até mesmo a prática não é uma novidade, porém essa cultura precisa ir além as ramificações da TI.

A ausência de uma política de backup eficaz pode resultar em perdas financeiras significativas, em relação as empresas os danos à reputação e até a interrupção total das operações. Empresas que possuem estratégias de backup automatizadas conseguem mitigar riscos e reduzir drasticamente o tempo de recuperação (RTO – Recovery Time Objective) após uma falha.

Tipos de backup no ambiente corporativo

Entre as estratégias mais adotadas no ambiente tecnológico estão:

  • Backup Completo: cópia integral de todos os dados.
  • Backup Incremental: salva apenas as alterações feitas desde o último backup.
  • Backup Diferencial: registra as mudanças desde o último backup completo.
  • Backup em Nuvem: armazenamento externo, com mobilidade e escalabilidade.

Cada abordagem deve ser escolhida observando as necessidades da infraestrutura de TI e na criticidade das informações armazenadas.

Backup aliado à segurança da informação

No âmbito da LGPD e de regulamentações internacionais, o backup tem papel fundamental na governança de dados. Além de garantir a disponibilidade das informações, ele também auxilia na conformidade com normas e auditorias.

Outro ponto bastante relevante é a implementação de políticas de Disaster Recovery (DR), que dependem diretamente de cópias de segurança bem estruturadas para assegurar a retomada das operações no menor tempo possível após uma falha grave.

Como a ManageEngine pode apoiar sua estratégia de backup

Empresas que buscam soluções para potencializar a proteção de dados podem contar com as ferramentas da ManageEngine, elas possuem recursos avançados para backup, recuperação e monitoramento de ambientes críticos de TI.

As soluções que se destacam são:

  • RecoveryManager Plus: ferramenta com o foco em backup e recuperação granular de Active Directory, Azure AD e Microsoft 365. Com ela é possível restaurar objetos individuais ou dados completos, garantindo conformidade e agilidade no processo de recuperação.
  • Applications Manager: solução de monitoramento proativo de aplicações, servidores e bancos de dados, prevenindo indisponibilidades e otimizando o desempenho de ambientes que hospedam dados críticos.
  • OpManager: ferramenta de monitoramento de rede e infraestrutura, essencial para detectar falhas que possam impactar serviços de backup e disponibilidade de sistemas.
  • DataSecurity Plus: plataforma de auditoria de arquivos e proteção de dados confidenciais, que ajuda a detectar alterações e acessos não autorizados, reduzindo riscos de perda ou exposição de informações sensíveis.

No Dia Mundial do Backup, é de extrema importância reforçar a cultura de proteção de dados bem como revisar as práticas de backup dentro da organização. Investir em ferramentas robustas, como as soluções da ManageEngine, é um grande passo estratégico para garantir a continuidade dos negócios e a resiliência em relação às ameaças digitais.

Lembrete Importante: Os dados são o coração da operação e também de toda a empresa. Sua proteção deve ser prioridade o ano inteiro – e não apenas no dia 31 de março.

Como a vigilância da Dark Web pode proteger você e sua empresa

esenta como uma ferramenta essencial para proteger informações sensíveis e evitar fraudes. Mas, afinal, o que é a dark web e como sua empresa pode se beneficiar desse monitoramento? Continue lendo para descobrir.

O que é a Dark Web?

A dark web é uma parte da internet que não pode ser acessada por mecanismos de busca tradicionais, como Google e Bing. Sendo assim, para acessá-la, é necessário o uso de navegadores específicos, como o Tor. Nessa região da web, muitas atividades ilegais ocorrem, incluindo o tráfico de dados roubados, credenciais comprometidas e a comercialização de malwares.

Como a Vigilância da Dark Web funciona?

A vigilância da dark web consiste no monitoramento constante de fóruns, marketplaces e grupos onde criminosos cibernéticos compartilham e vendem informações roubadas. Ferramentas especializadas utilizam tecnologia de rastreamento para identificar e alertar sobre vazamentos de dados relacionados a uma empresa ou indivíduo.

Quais são os benefícios da Vigilância da Dark Web

1. Prevenção de Vazamentos de Dados

Monitorar a dark web permite identificar credenciais corporativas vazadas antes que sejam usadas em ataques, ajudando na implementação de medidas de segurança como a troca imediata de senhas comprometidas.

2. Redução de Riscos Financeiros

Vazamentos de dados podem resultar em grandes prejuízos financeiros devido a multas regulatórias, processos judiciais e perda de clientes. A vigilância contínua reduz esses riscos ao permitir uma resposta rápida.

3. Proteção da Reputação Empresarial

A exposição de dados sensíveis pode afetar a confiança de clientes e parceiros. Monitorar e agir rapidamente para evitar abusos fortalece a imagem da empresa e demonstra compromisso com a segurança.

4. Detecção de Ameaças Antecipadas

Hackers frequentemente discutem e planejam ataques em fóruns ocultos. A vigilância pode detectar conversas sobre ameaças específicas contra sua empresa e permitir medidas preventivas.

5. Cumprimento de Normas de Segurança

Regulamentações como a LGPD e o GDPR exigem que empresas protejam dados de clientes. O monitoramento da dark web auxilia no cumprimento dessas normas ao identificar vulnerabilidades e evitar violações.

Como Implementar a Vigilância da Dark Web?

1) Utilize Ferramentas Especializadas: Plataformas como Log360 da ManageEngine ela se integra com a Constella Intelligence para rastrear continuamente a deep e dark web em busca de credenciais vazadas associadas à sua organização, funcionários e fornecedores externos.

Com o Log360, sua empresa recebe alertas instantâneos sempre que informações comprometidas são detectadas, permitindo uma resposta rápida para mitigar possíveis ataques. Além disso, a solução utiliza inteligência contra ameaças em tempo real, garantindo ampla visibilidade dos riscos digitais e ajudando na conformidade com regulamentações de segurança como LGPD e GDPR.

2) Treine sua Equipe: Educar os colaboradores sobre boas práticas de segurança digital reduz o risco de vazamentos.

3) Implemente Autenticação Multifator (MFA): Mesmo que credenciais sejam roubadas, a MFA adiciona uma camada extra de proteção.

4) Monitore e Responda Proativamente: Ter uma equipe de segurança cibernética que possa agir rápido ao detectar ameaças é essencial.

A vigilância da dark web é uma estratégia crucial para empresas que desejam se proteger contra ameaças digitais. Ao monitorar ativamente esse ambiente obscuro da internet, é possível identificar riscos antes que se tornem problemas reais, preservando a segurança, a reputação e a continuidade dos negócios.

Se a sua empresa ainda não implementa a vigilância da dark web, agora é o momento certo para começar!

TOP 5 Métricas para Monitoramento de Aplicações SaaS

Se você trabalha com aplicações SaaS, já sabe: manter a performance e a disponibilidade é questão de sobrevivência. Mas como garantir que sua aplicação está realmente saudável e pronta para escalar? A resposta está nas métricas. Neste artigo, vamos te mostrar as 5 métricas essenciais para o monitoramento de aplicações SaaS.

Aplicações SaaS são compostas por diversos componentes interdependentes: servidores, bancos de dados, APIs, serviços externos e muito mais. Um gargalo em qualquer ponto pode comprometer a experiência do usuário. Monitorar corretamente permite identificar problemas antes que eles afetem o cliente, além de fornecer dados valiosos para otimizações futuras.

1. Latência (tempo de resposta)

A latência mede quanto tempo sua aplicação leva para responder a uma solicitação. Quanto menor, melhor. Se um usuário clica em um botão e precisa esperar vários segundos para algo acontecer, a frustração é inevitável.

Como monitorar: Ferramentas de APM (Application Performance Monitoring) ajudam a rastrear a latência de cada componente — do front-end até chamadas de API externas.

Alerta de risco: Aumento repentino na latência pode indicar sobrecarga no banco de dados, problemas de rede ou código ineficiente.

2. Taxa de erros

Erros acontecem. Mas se eles estão se acumulando silenciosamente, é sinal de que algo está quebrando por dentro.

Exemplos comuns: Erros 500 (falha no servidor), timeouts, falhas de autenticação, exceções não tratadas.

Por que importa: Além de impactar o usuário, erros acumulados geram retrabalho para as equipes de suporte e desenvolvimento.

Dica: Monitore não apenas a quantidade, mas também a origem e a frequência dos erros para priorizar correções.

3. Tráfego

O volume de requisições que sua aplicação recebe pode variar bastante — especialmente em datas sazonais ou após campanhas de marketing.

Por que monitorar: Ajuda a prever picos, planejar escalabilidade e identificar comportamentos fora do padrão (ex: ataques DDoS ou uso indevido).

Olho vivo: Quedas abruptas no tráfego também são um alerta: seu app pode estar fora do ar e você ainda não percebeu.

4. Saturação de recursos

Saturação mede o quanto seus recursos (CPU, memória, banco de dados, etc.) estão sendo utilizados. Se seu ambiente está constantemente no limite, o risco de falha é alto.

Exemplo: Um servidor com 95% de CPU o tempo todo está prestes a travar, mesmo que tudo “pareça” funcionando.

Como evitar: Configure alertas para quando o uso de recursos ultrapassar limites críticos e invista em escalabilidade automática.

5. Disponibilidade (uptime)

A métrica mais básica — e talvez a mais importante. Ela mede o tempo que sua aplicação esteve disponível para os usuários.

Meta de ouro: 99,9% de uptime ao mês = cerca de 43 minutos de indisponibilidade. Parece pouco, mas pode causar prejuízos sérios em sistemas críticos.

Dica prática: Use monitoramento externo (como ping ou verificação de endpoints) para garantir que a aplicação está acessível do ponto de vista do usuário final.

O monitoramento de aplicações SaaS não é só uma boa prática, mas essencial para garantir estabilidade, confiança do cliente e crescimento sustentável. Comece pelas 5 métricas acima e à medida que amadurecer seu ambiente, evolua para análises preditivas e automações.

Se sua empresa ainda não tem uma estratégia clara de monitoramento, esse é o momento ideal para repensar a abordagem. Afinal, não dá para melhorar o que você não mede.

Como a ManageEngine pode ajudar no monitoramento de aplicações SaaS

Para empresas que buscam visibilidade e controle sobre a performance de aplicações SaaS, a ManageEngine oferece ferramentas robustas que permitem acompanhar de perto as principais métricas citadas anteriormente.

Uma das soluções mais indicadas nesse cenário é o Site24x7 – uma plataforma de monitoramento de performance digital onde é possível monitorar aplicações SaaS como Microsoft 365, Salesforce, Google Workspace, entre outras. Dentro da ferramenta também é possível monitorar:

  • Disponibilidade (uptime) em tempo real
  • Tempo de resposta de APIs, páginas e transações
  • Erros e falhas de execução
  • Uso de recursos em ambientes de nuvem
  • Experiência real do usuário, por meio do Real User Monitoring (RUM)

Já para ambientes mais complexos que envolvem infraestrutura híbrida e aplicações empresariais internas, o Applications Manager (APM) da ManageEngine é a escolha ideal. Ele permite um monitoramento aprofundado da performance de aplicações, servidores, bancos de dados e serviços que suportam as soluções SaaS utilizadas pela empresa.

Com essas ferramentas, organizações conseguem garantir a alta disponibilidade, identificar gargalos de performance e melhorar a experiência do usuário.

Segurança Unificada para o Trabalho Híbrido com SASE

A transformação digital e a ascensão do trabalho híbrido trouxeram desafios significativos para a segurança cibernética. O modelo tradicional de proteção baseado em um perímetro fixo não é mais eficaz, pois os funcionários acessam sistemas corporativos de diferentes locais, dispositivos e redes. Nesse contexto, o Secure Access Service Edge (SASE) surge como a solução ideal, combinando segurança e conectividade em uma plataforma unificada baseada na nuvem.

Os desafios da segurança no trabalho híbrido

O modelo de trabalho híbrido está se tornando padrão para muitas organizações. No entanto, esse formato amplia a superfície de ataque e torna mais difícil aplicar políticas de segurança consistentes. Entre os principais desafios estão:

  • Aumento das ameaças cibernéticas: Com acessos remotos constantes, cresce o risco de ataques como phishing, ransomware e invasão de credenciais.
  • Falta de visibilidade sobre o tráfego de rede: Funcionários utilizam dispositivos pessoais e redes domésticas, dificultando o monitoramento.
  • Dificuldade na aplicação de políticas de segurança: Cada dispositivo e local de acesso exige configurações específicas para garantir proteção adequada.
  • Baixa eficiência operacional: Ferramentas de segurança descentralizadas geram complexidade na gestão e aumentam custos.

Para superar esses desafios, as empresas precisam de uma abordagem moderna e integrada, que ofereça segurança consistente e flexível. É aqui que entra o SASE.

O que é SASE?

O Secure Access Service Edge (SASE) é um modelo de segurança cibernética que combina funcionalidades de rede e proteção em um serviço unificado baseado na nuvem. Ele integra tecnologias como:

  • Zero Trust Network Access (ZTNA): Garante que apenas usuários autenticados e dispositivos confiáveis tenham acesso a recursos corporativos.
  • Cloud Access Security Broker (CASB): Monitora e protege aplicações baseadas na nuvem, impedindo acessos não autorizados.
  • Secure Web Gateway (SWG): Filtra tráfego malicioso e bloqueia conteúdo prejudicial.
  • Next-Generation Firewall (NGFW): Aplica regras de segurança robustas para proteger a rede contra ameaças sofisticadas.
  • Secure SD-WAN: Otimiza o desempenho da rede e garante uma conexão segura entre filiais, escritórios remotos e data centers.

Essa abordagem elimina a dependência de redes privadas virtuais (VPNs) tradicionais e firewalls locais, tornando a segurança mais eficiente e escalável.

Benefícios do SASE para empresas

A implementação do SASE oferece diversas vantagens para organizações que adotam o trabalho híbrido:

1. Segurança consistente em qualquer lugar

Os funcionários podem acessar aplicações e dados corporativos de qualquer local com a mesma proteção aplicada no ambiente interno da empresa. Isso reduz riscos relacionados a dispositivos comprometidos e redes inseguras.

2. Redução da complexidade

Com uma arquitetura baseada na nuvem, o SASE substitui várias soluções isoladas por um serviço integrado. Isso facilita a gestão, reduz a carga de trabalho da equipe de TI e melhora a resposta a incidentes.

3. Melhor desempenho para aplicações críticas

O SASE otimiza a conexão com aplicações na nuvem e melhora a latência de serviços essenciais, como Microsoft 365, Google Workspace e CRMs.

4. Escalabilidade e flexibilidade

A solução permite que as empresas expandam sua infraestrutura de segurança de acordo com a necessidade, sem investimentos pesados em hardware.

5. Redução de custos

Com menos necessidade de hardware físico e licenças separadas para cada funcionalidade, o SASE reduz custos operacionais e aumenta a eficiência dos recursos de TI.

Como implementar o SASE na sua empresa

A adoção do SASE requer uma estratégia bem planejada. Aqui estão algumas etapas fundamentais:

  1. Avalie as necessidades da sua empresa: Identifique os principais desafios de segurança e desempenho da rede.
  2. Escolha um provedor confiável: Empresas como Fortinet, Palo Alto Networks e Zscaler oferecem soluções SASE robustas.
  3. Implemente o Zero Trust: Configure o acesso baseado em identidades e verificação contínua.
  4. Integre políticas de segurança: Centralize a gestão de firewall, CASB e SWG para uma proteção mais eficaz.
  5. Monitore continuamente: Utilize análise de tráfego e resposta a incidentes para garantir a eficácia da segurança.

O futuro da segurança cibernética está na unificação de rede e proteção, e o SASE é a resposta para os desafios do trabalho híbrido. Com ele, as empresas garantem um ambiente seguro e eficiente, independentemente de onde seus colaboradores estejam. Investir em SASE é essencial para se manter competitivo e protegido em um mundo cada vez mais digital.

As 10 Siglas Mais Importantes da Cibersegurança

A cibersegurança nas empresas não depende mais de apenas um bom antivírus ou firewall. O cenário atual exige uma abordagem integrada, automatizada e inteligente — com tecnologias que monitoram, detectam e respondem a ameaças em tempo real.

É aí que entram as siglas como SIEM, EDR, XDR, SOAR, entre outras. Neste artigo, vamos explicar o que cada uma significa, qual o papel que desempenham dentro de uma estratégia de cibersegurança corporativa moderna, e como as soluções da ManageEngine ajudam sua empresa a colocar tudo isso em prática.

Se você atua em TI, governança, ou segurança da informação, esse conteúdo é essencial.

1. SIEM – Security Information and Event Management

O que é:
Uma solução SIEM coleta, analisa e correlaciona logs e eventos de diferentes sistemas da empresa, como firewalls, AD, servidores, e aplicações.

Por que é importante:
Detecta comportamentos anômalos e ataques sofisticados, como movimentações laterais ou escalonamento de privilégios.

Solução ManageEngine:
Log360 – SIEM completo com UEBA, monitoramento de AD, Office 365, AWS e geração de alertas baseados em risco.

2. EDR – Endpoint Detection and Response

O que é:
Soluções EDR monitoram continuamente os endpoints da rede para detectar comportamentos suspeitos e responder a incidentes localmente.

Por que é importante:
Evita que ataques se espalhem por máquinas da empresa. Atua com isolamento, remoção de malware e correções automatizadas.

Solução ManageEngine:
Endpoint Central (Security Edition) – Combina EDR com gestão de patches, controle de dispositivos, DLP e automações de segurança.

3. XDR – Extended Detection and Response

O que é:
Uma evolução do EDR que agrega dados de múltiplas fontes (endpoints, rede, identidade, cloud) para fornecer uma visão integrada da segurança.

Por que é importante:
Reduz o tempo de detecção e resposta a ameaças complexas.

Soluções combinadas da ManageEngine:
Endpoint Central (endpoints)
Log360 (logs e rede)
AD360 (identidade e autenticação)

4. SOAR – Security Orchestration, Automation and Response

O que é:
Plataformas SOAR orquestram alertas de segurança e permitem respostas automatizadas a incidentes.

Por que é importante:
Melhora o tempo de resposta e reduz a sobrecarga da equipe de segurança.

Solução ManageEngine:
Log360 com workflows, scripts e integração via API para automatização de respostas.

5. CASB – Cloud Access Security Broker

O que é:
Protege o uso de aplicações SaaS e serviços em nuvem, como Google Workspace, Microsoft 365 e AWS.

Por que é importante:
Garante visibilidade e controle sobre acessos, compartilhamentos e uso de dados sensíveis na nuvem.

Solução ManageEngine:
Cloud Security Plus – Monitora tráfego de apps na nuvem, comportamento de usuários e conformidade com políticas de segurança.

6. CIRA / CDR – Cloud Incident Response & Detection and Response

O que é:
Detecta e responde a incidentes de segurança em ambientes de nuvem e infraestrutura híbrida.

Por que é importante:
Ajuda a conter rapidamente ataques em ambientes dinâmicos e distribuídos.

Solução ManageEngine:
Endpoint Central – Com resposta automatizada a falhas, patches e scripts de remediação.

7. CSPM – Cloud Security Posture Management

O que é:
Ferramenta que realiza auditorias contínuas das configurações de segurança em ambientes de nuvem.

Por que é importante:
Detecta configurações incorretas que podem expor a empresa a riscos cibernéticos ou violar padrões de conformidade.

Solução ManageEngine:
Cloud Security Plus – Geração de relatórios e alertas sobre postura de segurança em nuvem pública.

8. ZTA – Zero Trust Architecture

O que é:
Modelo de segurança que parte do princípio de “nunca confie, sempre verifique”. Cada acesso é autenticado e validado continuamente.

Por que é importante:
Protege contra ameaças internas e ataques de sequestro de credenciais.

Soluções ManageEngine:
AD360 – IAM completo com MFA
Password Manager Pro / PAM360 – Controle de acesso privilegiado
Autenticação Multifator para Windows, VPN, SaaS

9. CNAPP – Cloud Native Application Protection Platform

O que é:
Plataforma para proteger aplicações nativas de nuvem, como microserviços, containers e workloads em Kubernetes.

Por que é importante:
Garante segurança desde o desenvolvimento até a execução de aplicações modernas.

Solução ManageEngine:
Vulnerability Manager Plus – Identificação e correção de vulnerabilidades em sistemas e aplicações, com suporte para ambientes híbridos.

10. WAF – Web Application Firewall

O que é:
Protege aplicações web contra ataques como XSS, SQL Injection, DDoS e vulnerabilidades conhecidas.

Por que é importante:
É a linha de frente para sites e portais acessados por clientes, parceiros e colaboradores.

Solução com ManageEngine:
Log360 – Integra-se com soluções de WAF (como AWS WAF, Fortinet, etc.) para centralizar logs e gerar alertas.

Implementar todas essas camadas de proteção pode parecer desafiador mas com as ferramentas certas, esse quebra-cabeça se encaixa. A ManageEngine oferece um portfólio modular e integrado que permite à sua empresa evoluir sua postura de cibersegurança sem complexidade excessiva. Seja começando pelo básico ou avançando para uma arquitetura Zero Trust, as soluções estão prontas para crescer com você.

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